Meu guardião real - GENIUS


          


          Neste ano, ainda não falei de nenhum game otome da GENIUS, isso porque não estava muito no clima de jogá-los. Ainda faltam cinco temas para me despedir. Como já havia dito em várias postagens sobre esses jogos, eles não estão mais disponíveis, pelo menos não no Iphone. Antes que eu não consiga mais jogá-los novamente, gostaria de me divertir mais uma vez e contar para vocês como é cada um deles. Até agora, já falei de 9 jogos. Verifiquem, pois estão muito legais (clique aqui). Além de que, em algum deles, vocês poderão achar a explicação de como funcionam. “Meu guardião real” foi o penúltimo a sair, antes que parassem de disponibilizá-los. Confesso que foi muito difícil jogar, porque ele é extremamente monótono. Quando algo se torna chato, me dá muito sono, então vocês já podem imaginar o quão difícil foi terminá-lo.


            A história envolve a jovem Haruna (PT), que tem estado de saco cheio da sua vida monótona e tem seriamente desejado que as coisas mudem ao seu redor. Em um dia qualquer, enquanto estava envolvida em seus pensamentos, cansada do dia a dia ser sempre a mesma coisa, um grande terremoto abala a estrutura de sua cidade. Paralisada, em choque, e sem entender o que estava acontecendo, simplesmente não consegue se mexer do seu lugar. Enquanto o mundo parecia cair ao seu redor, escuta uma voz sombria, que ressoava, muito perto, sobre a destruição do mundo que estava prestes a acontecer, pelo desejo do rei do submundo. Ao desmaiar, acorda com algumas vozes masculinas preocupadas. Ao abrir os olhos, pensava que havia morrido e ido para paraíso, no entanto, não parecia tão fácil assim. Ela ainda estava viva em meio a todo o caos. Então, esses jovens homens, cujo a beleza ultrapassa a dos humanos, se apresentam e explicam que vieram do mundo dos deuses, onde todos têm conhecimento sobre o futuro. Estavam ali para protegê-la, porque ela era a chave para salvar o mundo. Um grande caos começa a se instaurar, e o inimigo, que estava atrás dela, se torna presente. Então, sem pensar muito, a moça é obrigada a escolher qual deles ela confiará a sua vida. E agora? Como a história de Haruna se desenvolverá? Quem ela escolherá?


            Ran é o deus que reina sobre o sol, um belo homem incrivelmente poderoso durante o dia. Ele é energético, perspicaz, mandão e dominador. Apesar de ele ser um pouco rude, por não ser muito honesto em como se sente, está sempre pronto a se sacrificar por aquilo que deseja proteger. Mesmo sendo poderoso durante o dia, à noite ele não tem capacidade de usar o seu verdadeiro poder. É aí que entra o deus Thoth, que sempre o protege pela noite, com quem parece ter cumplicidade. Assim que o mundo entrou em crise, que estava para levar à destruição, sem hesitar, veio para salvar o mundo. Já que o destino era proteger uma única pessoa, Ran estava disposto a fazer o que fosse necessário.


            Provavelmente, ele não tinha imaginado que iria se apaixonar pela garota, a qual estava decidido a proteger. Uma humana que, apesar de saber o seu nível social diante dele, não hesitava em bater de frente com a sua vontade. Assim, ambos sempre estavam em uma discussãozinha. Nenhum dos dois conseguia ser honesto um com o outro. Mesmo assim, essa convivência só estava tornando mais forte aquilo que ele sabia, mas não era capaz de dizer. Protegê-la era a única coisa que poderia fazer, no momento. O destino era incerto, mas, mesmo que tivesse que magoá-la emocionalmente, a protegeria com todo o seu coração e força. A jovem não sabia exatamente do que se tratavam seus sentimentos. Mesmo assim, se possível, gostaria de viver para sempre do lado dessa pessoa. Se o mundo ruir ou tudo voltar a ser como antes, ele permanecerá ao seu lado?


            Horus é o deus do céu, um garoto bonito, gentil, alegre, otimista e honesto. Tem um coração enorme e trata todos que são próximos como excessivamente preciosos, por isso, está sempre pronto para os proteger com sua vida. Horus ama animais e adora se divertir. Mesmo em tempos difíceis, está sempre dizendo coisas reconfortantes. Apesar de ser uma pessoa tão amorosa, uma vez que fica irritado, pode mostrar uma outra personalidade, em que ele acaba esquecendo seu lado gentil e se torna alguém um tanto assustador. Quando previram o que estava para acontecer, não hesitou em descer à Terra com os demais deuses, para protegê-la e também a humana, que seria o fator principal para proteger o mundo do caos.



            Por isso, ficou muito feliz quando foi escolhido por Haruna. Espontaneamente, eles se tornaram muito unidos. Provavelmente por Horus ser alguém tão reconfortante, otimista e corajoso, todos os temores e medos da pobre Haruna foram tirados um a um.  Então, mesmo que as coisas estivessem difíceis, só de olhá-lo era suficiente para ela criar uma vontade sobre humana de ser mais forte e encarar seu destino. Logo, ambos se tornaram muito importantes um para o outro. Então, era extremamente doloroso quando algo ruim acontecia com algum deles. A impotência de não ter sido capaz de proteger um ao outro era algo agonizante. Horus é, geralmente, muito honesto e extrovertido, no entanto, mostrou um lado tímido ao descobrir seus sentimentos mais profundos por Haruna. Para mim, eles são muito fofos. Dá vontade de colocar os dois no potinho.


            Osiris é o deus do nascimento e da vegetação, um homem de beleza delicada, educado, gracioso e gentil. Geralmente, é ele quem media quando as coisas estão fora de controle. Não se pode ver muito o que realmente está sentindo ou pensando, por estar sempre aparentando calma e sendo gentil. No entanto, pode se expressar de forma grosseira quando está muito irritado. Ele é irmão do Seth e ambos são muito unidos. Osiris é extremamente protetor em relação a ele. O que ele mais gosta de falar é sobre o destino. Acredita profundamente que cada destino traçado deve correr certinho, como escrito. Então, não tem qualquer vontade de lutar contra, mesmo que seja um destino cruel.


            Quando foi escolhido por Haruna, ele foi muito cavalheiro, andando em seu próprio ritmo, sempre sendo gentil e reconfortante. Porém, suas atitudes excessivamente gentis acabavam, às vezes, a confundido, mas logo percebeu que ele era assim com praticamente todo mundo. Fazia parte de sua natureza. É meio difícil falar do relacionamento deles, porque, para mim, essa foi a rota mais sem tempero de todas. Eu esperava muito do Osiris, mas foi entediante, pois não teve qualquer emoção ou friozinho na barriga. A não ser pela parte de sua gentileza, o desenvolvimento romântico foi vazio, não teve, pelo menos não senti em nenhum momento. Somente no final, ele expressa seus sentimentos, e é só.


            Krona Morisaki. Não é segredo, para ninguém, que ele é, na verdade, o deus do submundo, deus Anubis. Ele tem muitas formas, de acordo com demais deuses. É por isso que, quando ele pareceu com a forma de cima, ninguém o reconheceu. Assim, foi muito fácil enganar a todos, principalmente Haruna, que achou que ele era uma criança perdida, que estava correndo risco de morte. Apesar de sua aparência mais nova, ele demonstrou ser muito maduro e realista. Aparenta ser muito calmo e não mostra suas emoções facilmente. Nas demais rotas, ele pareceu ser uma pessoa normal. Na sua própria rota, apesar de, às vezes, dar sinais, ele parecia também ser completamente normal, um ser humano. Por alguma razão, ele odeia a existência humana e isso vai ficando claro no decorrer. Krona não entende os sentimentos humanos e acha que a morte é algo totalmente natural. Não é algo para se ficar triste.


            Haruna o escolheu com a intenção de o proteger do perigo que o cercava. No entanto, acabou sendo protegida pelo garoto, que não parecia ter força nenhuma, mas era mais másculo do que ela esperava. Durante o tempo que passaram juntos, ele mostrou várias vezes ser alguém de muita confiança e carinhoso. O vínculo ali formando se tornou tão grande, que a própria ficou sem definir que tipo de sentimentos tinha por ele. Porém, por ser supostamente mais novo, ela o queria ver apenas como um irmãozinho. Contudo, o que ela não esperava era que ele seria uma ferida incurável em seu coração e que Krona não era nada mais que o próprio deus Anubis, que estava querendo tirar sua vida. Esses momentos juntos teriam amolecido o coração de Anubis? Qual será o desfecho dessa história, que já foi escrita há mais de mil anos?


            Além dos nossos queridos deuses, cada um com sua rota, temos mais dois: Thoth, o deus da lua, que ajuda o Ra, o deus do Sol. É um rapaz muito gente boa, bonito, muito atencioso e compressivo; E temos Seth, único que não tem imagem, então só ficará em nossa imaginação. Porém, é o mais participativo, o deus do deserto. Ele é esquentado e nem um pouco honesto com seus sentimentos, no entanto, é uma pessoa maravilhosa. Ajudou muito Haruna, mesmo dizendo que não ajudaria. Mostrou se importar muito com todos, principalmente com a jovem.


            Também temos a Akari, melhor amiga de Haruna, que misteriosamente aparece e some do nada. Está sempre procurando seu irmão mais novo, desaparecido. Nas primeiras rotas, ela está sempre com Krona. Assim, o usa como desculpa para não ficar com a amiga. Porém, quando é a rota do próprio Krona, ela se torna mais estranha ainda. 
            Acho que já disse, anteriormente, que esse jogo foi bem difícil de jogar, porque realmente não carrega muita empolgação. Não sei por quê fizeram um jogo tão sem emoções e envolvimentos. Achei o romance muito seco. Esse é um jogo otome, é obvio que procuramos muito romance para nos contagiar e nos fazer suspirar. Porém, dessa vez, erraram feio. Os personagens são maravilhosos, mas o desenvolvimento é péssimo. Uma pena, isso. 

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